segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Coala.

Coala: o ursinho da Austrália.
Classificação:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Phascolarctidae
Gênero: Phascolarctos
Espécie: P. cinereus 
Informações e características:
- O Coala é um mamífero marsupial cujo habitat são as florestas das regiões nordeste e sudeste da Austrália.
- Este marsupial alimenta-se exclusivamente de folhas de eucalipto. Não bebem água, obtendo este líquido das folhas de eucalipto.
- A digestão da celulose, encontrada nas folhas de eucalipto, ocorre no intestino grosso do animal, através do processo de fermentação bacteriana.
- A pelagem dos coalas (densa e sedosa) apresenta-se nas cores cinza e branco. Possuem a cabeça de tamanho grande (em relação ao restante do corpo), olhos bem separados, nariz grosso e focinho curto.
- Os colas não vivem em abrigos. Estão sempre expostos aos fatores da natureza (sol, vento e a chuva).
- Dormem em média 14 horas por dia. As outras 10 horas passam comendo.
- Os movimentos dos coalas são lentos, assemelhando-se com os do bicho-preguiça.
- Não possuem cauda, utizando as garras para subirem nas árvores.
- A reprodução dos coalas ocorre em época específica (durante 4 meses do ano). Após a fecundação, a gestação da fêmea dura de 33 a 36 dias. Na maioria dos casos, nasce apenas um filhote, que é criado pela mãe, pois o pai se afasta e não acompanha o desenvolvimento do filhote. Este nasce com, aproximadamente, 500 gramas e 20 centímetros de altura.
- O principal predador dos coalas é uma espécie de cachorro selvagem, conhecido como canis dingo.
- Esta é uma espécie ameaçada de extinção, em função da caça e das queimadas de florestas.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Pirarucu gigante.

O pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe encontrado geralmente na Bacia Amazônica, mais especificamente, nas águas calmas de sua várzea. A família a qual o pirarucu pertence é muito antiga, existindo sem modificações há mais de 100 milhões de anos, fazendo parte dela também o aruaná, um peixe menor.

Pirarucu
Pirarucu
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Osteoglossiformes
Família: Osteoglossidae
Subfamília: Heterotidinae
Gênero: Arapaima
Espécie: Arapaima gigas
Habitam águas de lagos e rios, claras, brancas e escuras, levemente alcalinas, com temperatura que variam de 24° a 37°C, ricas em vegetação, ou seja, com baixo teor de oxigênio. Mesmo vivendo em águas pobre em oxigênio, isso não é um problema para o pirarucu, pois ele possui uma bexiga natatória que pode funcionar como um pulmão, permitindo-lhe subir á superfície e respirar diretamente o oxigênio do ar.
Por ser um dos maiores peixes que habitam a Amazônia (podendo atingir mais de 2 metros e pesar 130 kg), este animal ganhou o nome de “bacalhau da Amazônia”. Mesmo sendo muito grande, este peixe consegue percorrer longas distâncias em terra firme em época de seca, à procura de água, pois, como já foi dioa anteriormente, este animal possui um equipamento auxiliar de respiração, que lhe permite retirar oxigênio da atmosfera necessário para sua sobrevivência.
O pirarucu é capaz de engolir qualquer coisa: caramujos, tartarugas, cobras, seixos, areia, lodo. Sua dieta é composta basicamente por outros peixes de água doce, de menores dimensões.
Assim que esses peixes formam casais, eles procuram um ambiente calmo e águas pouco profundas para colocar seus ovos, sendo que uma única fêmea pode pôr mais de 10.000 ovos. No entanto, é função do macho cuidar dos ovos e dos filhotes, por aproximadamente seis meses.
Embora sejam animais extremamente resistentes às adversidades do meio ambiente, são muito vulneráveis à ação de pescadores. Os cuidados com o ninho após a desova deixam os machos dessa espécie expostos à captura. Além desse fato, existem os predadores naturais (como por exemplo, a piranha), sendo que durante a longa fase de imaturidade sexual dos filhotes (conhecidos como “bodecos”), torna-se mais fácil sua captura por esses predadores, diminuindo assim, o sucesso reprodutivo desta espécie

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Animais albinos.

Tartaruga: 


Leão:



Canguru:


Peixe:


Pavão:


Pinguin:

Zebra:

Estes são alguns animais raros e poderosos, enquanto dizem que uma anomalia, eu digo isto é perfeito!

Golden Retriever.

Golden retriever 2Apesar de ser primeiramente um caçador de aves, o golden retriever conquistou espaço no mundo todo como um grande cão de companhia. Esta raça, devido ao seu ótimo faro, é treinada como rastreador e cão de salvamento em diversos países, sua facilidade de aprendizado e seu temperamento equilibrado também fizeram dele uma das raças mais utilizadas como cães-guia.



O golden retriever é um cão resistente, brincalhão, manso e dono de uma ótima memória. Esta raça ficou famosa como o “cão da família americana” por sua grande divulgação em filmes e seriados produzidos nos Eua. De fato, este cão é ótimo para famílias, (8ª colocação no ranking das melhores raças para famílias A&E), alegre e meigo, é ótimo com crianças e adultos. Muito sociável e late pouco, esta raça não tem nenhuma aptidão para a guarda. Goldens retrievers são cachorros muito inteligentes, (4ª colocação no ranking de inteligência canina de Stanley Coren), obedientes e com facilidade de aprendizado.



Golden retriever 3Cães desta raça precisam viver junto com os membros da família, detestam a solidão. Eles precisam de exercícios e devem ser levados para passear com frequência. Seu pêlo deve ser escovado pelo menos uma ou duas vezes por semana. Esta raça pode estar sujeita a alguns males de origem hereditária, tais como tendência à obesidade, displasia coxo femural, atrofia progressiva da retina e catarata. Os futuros donos não devem se deixar assustar pelos problemas de saúde que a raça pode apresentar, pois todos eles podem ser evitados com uma boa escolha do filhote e dos pais da

Aves deslumbrantes.

Chama-se pavão a aves dos géneros Pavo e Afropavo da família dos faisões (Phasianidae). Os pavões preferem alimentar-se de insetos e outros pequenos invertebrados, mas também comem sementes, folhas e pétalas. Os pavões exibem um complicado ritual de acasalamento, do qual a cauda extravagante do macho tem um papel principal. As características da cauda colorida, que chega a ter dois metros de comprimento e pode ser aberta como um leque, não têm qualquer utilidade quotidiana para o animal e são um exemplo de seleção sexual. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que chocam ao fim de 28 dias.

Pavo cristatus albino, variedade branca.

A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, pela sua exuberância de cores e beleza das penas, e justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por seleção artificial que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores.

Na América do Sul, principalmente no Brasil, há uma espécie de pavão raro e em extinção; ela possui a plumagem loira, e é muito cobiçada por sua raridade e beleza.

No acasalamento da espécie sulamericana, sempre há uma competição dos machos pelas fêmeas, já que nessa espécie há mais machos. Por esse motivo, a espécie esta em extinção.

Dimorfismo sexual

Macho (pavão): pescoço azul, com longas penas na cauda (o pavão bombom é a ave com a maior cauda do mundo, e o Pavão Sedentário é o pavão que possui o pescoço mais longo). Fêmea (pavoa): pescoço com um tom verde, com resto das penas cinza. Portanto, o pavão é um animal que apresenta dimorfismo sexual acentuado. Incubação: 27 a 28 dias.


Pavoa
Alimentação

Livre ou pecuária subsistência: grãos, sementes, arvores (alguns animais o alimentam com ratos de galinhas ou de outros galiformes). Cativeiro: mistura de sementes ou rações de galiformes.O ritual que o faisão pode executar para atrair a fêmea chama-se parada nupcial.

Golfinhos.

           

Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.

São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.

Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.

Predadores

Os predadores dos golfinhos são os tubarões e principalmente o homem. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém, muitas vezes, os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.

O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.

Pesca de golfinhos

Em muitos locais do mundo os golfinhos são pescados, sendo o Japão um dos principais países onde esta prática se mantém, embora os animais "pescados" neste país seja muitas vezes vendidos para outros países, principalmente China e EUA.

O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcas também são capturados para se tornarem "atrações" em parques aquáticos, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém, mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido as técnicas usadas na captura, além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" a pesca, não estão garantidos, pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.

Uma pesquisa realizada nos EUA também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna a pesca de golfinhos "indispensável".

Entre 700 e 1,3 mil toninhas morrem anualmente em redes de pesca no estado brasileiro do Rio Grande do Sul e no Uruguai, segundo dados do Instituto de Oceanografia da FURG. Ameaçadas de extinção, elas estão classificadas como vulneráveis na lista vermelha da (IUCN).


          

Mordidas em troca de carinho.

Eu, assim como outras pessoas, já passei por situações assim, onde o gato começa a morder, talvez de forma agressiva, a pessoa que começa a lhe fazer um afago.

Esse post falará um pouco disso...

Há gatos que agem assim: Ao dormir ou simplesmente num estado de repouso ao nosso lado começamos a afagá-lo, sem mais nem menos o bichano começa a te morder e, por vezes pode até te machucar. Porém não devemos agredir o gato, é nosso dever procurar entender o motivo de comportamentos dessa natureza.

Segundo o Manual de Gatos de Bruce Fogle, essas mordidas ocorrem porque o gato não sabe "o que sentir" quando você o acaricia.

Há uma certa confusão na cabeça do gato, pois as brincadeiras e carinhos o lembram de coisas agradáveis da infância como lambidas da mãe, por outro lado, vários gatos depois do desmame não se encostam, exceto em momentos de luta ou ato sexual (claro que não são todos assim, varia muito do temperamento, tempo que passou com a mãe, raça, etc). Nessa "salada" de instinto e sentimentos os felinos acabam sentindo um certo desconforto e reagem dessa forma.

Alguns se limitam a dar mordidinhas leves, outros já são um pouco mais agressivos com as mãos da pessoa que está acariciando, podendo até fincar-lhe os dentes.

Reagir com certa agressividade é uma forma que alguns gatos encontram para dizer que gostam de controlar a situação. Por exemplo: Podem gostar de estar ao seu lado ou no seu colo, mas apenas isso, preferem não ser acariciados.

Trata-se na verdade de um conflito primitivo que poderá ser um pouco difícil de administrar sem romper a relação que ele tem com você, mas alguma coisa deve ser feita.

Algo que costuma funcionar e de forma simples, é dizer um firme "NÃO" e parar com o afago ou brincadeira no mesmo momento. Deixar o gato de lado e não dar mais bola pra ele. O bichano pode querer continuar a "brincadeira" de morder, mas é importante se manter firme. Seja persistente! Pode levar algum tempo até ele aprender.

Outra coisa é procurar evitar brincadeiras com as mãos, mesmo que perceba que ele não está sendo agressivo. Use sempre algum brinquedo ou objeto (que não machuque o gato, é claro), assim ele irá associar melhor a idéia de que não deve arranhar ou morder a mão das pessoas nos momentos em que ele estiver numa situação mais "tensa".

Se mesmo com essas "soluções" o comportamento do gato continuar estranho, é importantíssima a opinião de um veterinário competente.